nossa lingua 26
Joseval Peixoto
Começou a carreira de radialista na Rádio Clube Marconi, de Paraguaçu Paulista. Mas, o interesse pela profissão de jornalista aconteceu mesmo em Presidente Prudente, para onde se mudou em 1955, a fim de terminar o colegial. Lá, ingressou na Rádio Presidente Prudente, onde leu crônicas, foi rádio-ator, mancheteiro de jornal-falado, apresentou programas de auditório, narrou missa, futebol, carnaval. Contratado como locutor esportivo pela Rádio Bandeirantes, em São Paulo, surgiu a oportunidade de cursar Direito na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco da Universidade de São Paulo, onde se formou em 1965, tendo sido o orador da turma. Joseval Peixoto não começou a advogar logo que saiu da faculdade, e planejava iniciar a carreira de advogado quando se consagrasse no rádio e pudesse impor um contrato de trabalho. A consagração veio em 1970, na Copa do Mundo do México.
Na volta do México, procurou um escritório de advocacia e foi contratado para atuar na área criminal. Chegou a exercer o cargo de promotor da Justiça Militar do Estado de São Paulo. Uns dois anos depois de ter começado a advogar, Joseval Peixoto montou sua própria banca e dedicou-se ao júri por cerca de dez anos, Nessa época conviveu com grandes advogados, como Waldir Troncoso Peres, Raimundo Paschoal Barbosa e Márcio Thomaz Bastos, entre outros.
Trabalha atualmente em uma das mais importantes rádios brasileiras, a Rádio Jovem Pan, onde é âncora do Jornal da Manhã.
Veja a entrevista: http://tvcultura.cmais.com.br/nossalingua/bloco-03-nl-nl-cmais-1
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De volta ao passado do Programa, uma viagem de ecoturismo a Ilha de Santa Catarina, no sul do Brasil.
Professor de Português, desde 1975. É o idealizador e apresentador do programa Nossa Língua, exibido pela TV Cultura, e do programa Letra e Música, transmitido pela Rádio Cultura AM.
Anuncia-se que está em estudo no governo federal um projeto que abriria terras indígenas a projetos de turismo, em troca de pagamento às comunidades das 650 terras reconhecidas. É um tema que precisa ser tratado com muito cuidado. Chefes indígenas muito respeitados lembram que os jovens, em grande parte, depois que passaram a ter contatos com as comunidades brancas, já não querem viver como índios.
Tudo isso pode ser decisivo nesta hora em que a biodiversidade assume um papel cada vez mais importante na produção de novos medicamentos, novos alimentos, novos materiais - a ponto de avaliar-se em 200 bilhões de dólares anuais os produtos já comercializados só pela indústria químico-farmacêutica, derivados da diversidade biológica.
Nossa Língua 02 - Curiosidades: "Lágrimas de Crocodilo"
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