
MAX B.O.
Transitando livremente entre os territórios do rap e do repente nordestino, a figura de Marcelo Silva, já tem bons capítulos de sua lenda nas ruas. Max é como os amigos o conhecem e B.O. vem da referência de um antigo grupo, o Boletim de Ocorrência, mas acompanhando seus novos trabalhos refere-se a Brasileiro Original. B.O. que também dá nome ao projeto que pesquisa manifestações locais nos elementos do Hip Hop, o Brasil Original.
Tudo se inicia em um festival estudantil, onde desenvolveu o primeiro rap deste festival, dando o título a sua classe, e também às faixas solo e com seu extinto grupo, a Academia Brasileira de Rimas. Consolida seu trabalho entrando em estúdio ao lado de nomes como Trio Mocotó, Funk Como Le Gusta, Marcelo D2, além de apresentações com Seu Jorge, Nação Zumbi, O Rappa e internacionais como Afrika Bambaataa, Zion I e De La Soul.
É ele o Mestre de Cerimônia que tem conduzido festivais de diversos seguimentos, como: BrasilinTime, Show da Consciência Negra, Virada Cultural, Encontro Paulista de Hip Hop e Indie Hip Hop; e para quem não conhece, ele prova ao fazer rimas com o R.G. de membros da platéia, chamando pra si a responsabilidade de showman da música brasileira.
O social está sempre em foco nos trabalhos como no TIM Música nas Escolas e com a crew PATCHOL’S Família que realiza trabalhos voltados a grupos comunitários.
Max atuou no longa “Antonia”, de Tata Amaral (Coração da Selva), como assistente de direção no média metragem sobre rima de improviso “Versificando”, de Pedro Caldas (13 Produções), foi o MC Rappórter do Programa “Brothers”, da RedeTV!, e atualmente o destaque fica como o apresentador do Programa “Manos e Minas”, na TV Cultura.
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